
Enquanto criava mitos de si própria - muita basófia esquenta a alma como cachaça - Kiki punha a pata sobre o malfeito.
Ela todamava o tio Mario como quem bebe o contraveneno da conversa fiada
“Não sou mais eu nunca fui eu decerto/ Aos pedaços me vim-eu caio-aos pedaços disperso/Projetado em vitrais nos joelhos nas caiçaras/ Nos Pirineus em pororoca prodigiosa/Rompe a consciência nítida: Eu TUDO-AMO” Mario de Andrade In. Carro da Miséria
1 comentários:
Na mitologia de Kiki eu creio. Já em outras..
Postar um comentário