
Ela exercita a parte maldita:
dom, dispêndio, gasto.
Inicia, em transe, o ritual do potlatch
"dans le but d´humilier,de defier et d´obliger un rival"
(Bataille. La notion de dépense,33)
Kiki é só afeto, não tem profissão, não tem colegas de trabalho, nem filhos, nem marido, nem corpo. Kiki, uma subjetividade desejante...
4 comentários:
Kiki caminha e marca o chão, sacerdotisa dos sacrifícios.
Uau!
Está aberta a temporada...
Kiki está em alta, saltou de uma dimensão para outra.
suas escolhas nas postagens são maravilhosas.
abração.
Postar um comentário